18/06/2013

Aquecimento TS | Skins 4x04: Katie


Katie fucking Fitch

A destruição dos Fitch. Depois de iniciar a historia no episodio da Emily, o episodio da Katie serve como base para dá continuidade ao drama da família nessa temporada. Além claro de tratar dos seus proprios problemas. 


Katie foi tratada durante toda a primeira temporada como a bitch superficial, conseguiram mostrar um outro lado dela no penúltimo episodio da temporada passada, mas ainda muito voltado a relação com a irmã e agora é a vez dela tentar seguir sozinha. E a construção da personagem durante esse episodio me fez admirá-la muito.

Em meio a confusão da sua família que se encontra completamente falida e agora sem casa, Katie recebe a bomba de que não pode ter filhos. E toda a ideia que ela tinha para o seu futuro cai completamente. É estranho para uma mulher descobrir algo assim, independente de querer ou não ter filho, o fato de você saber que você não tem mais esse direito é algo complicado de assimilar. E na confusão da sua família e com a Emily ainda sofrendo dos problemas da sua relação conturbada com a Naomi, ela não encontra um meio de desabafar e toda a pressão disso, mais encontrar Effy e Freddie felizes e ainda ver pessoas gravidas e casamentos fez com que ela explodisse na sua cena mais marcante na série.



A amizade com a Effy que foi algo forçado para acontecer na temporada anterior, flui bem nesse momento da série. Apesar dos problemas que elas tiveram anteriormente, a conversa entre as duas teve uma grande importância para a Katie conseguir se manter, principalmente num momento onde ninguém mais tinha tempo ou cabeça para escutá-la.

Com a família completamente separada e destruída, Katie tomou para si o papel de ser o laço de união entre os Fitch. Não importava mais nada, ela só queria estar com a sua família. E esse episodio que me fez gostar tanto dos Fitch. Normalmente as famílias em skins são estranhas demais para nos apegar, mas algo de diferente foi feito com os Fitch. Eles até começaram desse jeito, mas esse drama na quarta temporada ajudou a dar uma humanidade diferente a todos os seus personagens. Além disso, a união deles apesar de tudo foi algo realmente emocionante. Aquela cena final do episodio sempre mexe comigo.

O pouco do que foi trabalhado dos outros personagens serviu para mostrar uma Effy não tão feliz quanto o esperado e a Emily completamente destruída com tudo o que aconteceu no seu episodio. A Effy vem vivendo o amor da sua vida, mas por alguns momentos desse episodio deu para sentir que algo estava errado. A parte de amar alguem assim ainda é muito confuso para a sua mente e isso será trabalhado nos próximos episódios da série. E o amor também é o culpado da devastação da Emily, que decidiu jogar tudo para cima e desistir de tudo.

Observações finais:

- Ai cara, eu morro de rir com a ideia deles indo morar com a Naomi. Mas foi o jeito de introduzir a Emily na historia, que até então estava de fora do drama da sua família e eles conseguiram trabalhar bem isso. 

- Katie sentada no palco onde a Cassie tentou se matar. Adoro quando eles utilizam elementos de outra geração. 

Teen Wolf 3x03: Fireflies


Matar ou morrer, não necessariamente nessa ordem. Para quem achava que após o ataque dos corvos Beacon Hills havia voltado a ser uma cidade pacífica como toda e qualquer cidade se enganou profundamente, isso é se alguma vez Beacon Hills já foi pacífica, fato é desconfie de tudo nessa cidade, corvos, besouros e até dos vaga-lumes que dão o título de mais um sensacional episódio de Teen Wolf.

O foco principal do episódio girou em torno da caçada de Derek, Scott e companhia pelos descontrolados Boyd e Cora, uma vez em que os lobinhos se encontravam sobre forte influência da lua a única solução foi uma das alianças mais inusitadas e empolgantes ao mesmo tempo, Scott resolveu apelar pela ajuda de seu ex sogro para capturar os lobinhos sem ter que matá-los, e a histórica acabou gerando boas cenas de perseguição o que levou todos para a escola, meio forçado e repetitivo atrair os lobinhos até a escola, mas ainda sim a sequência de cenas excelentes se sobressaíram ao meu questionamento sobre o porquê sempre levarem os seres sobrenaturais para a escola, vale destacar ainda a jornada solitária em que Allison se meteu que também a levou até a escola.

Em meio a toda perseguição vale destacar a participação de Isaac que se consolida cada vez mais como peça importante do grupo e ainda por cima parece que o lobinho está afim de se tornar cunhado de Derek. Voltando para a escola tudo caminhava bem os lobinhos descontrolados estavam presos até o amanhecer, isso claro se os roteiristas não tivessem tido a brilhante ideia de jogar a professorinha da premiere dessa temporada solitária pelos porões da escola, mais uma vez não vou questionar o que ela fazia tarde da noite solitária naquele local, mais uma forçada na trama mas que rendeu uma das melhores cenas do episódio quando Derek decide enfrentar Boyd e Cora para salvar a professorinha, certo que Derek não bateria as botas ali, mas ver as garras dos dois lobinhos o ultrapassando várias vezes quase nos fez acreditar, mas bem na hora H o sol surge e os lobinhos recuperam o controle.

Mesmo que de forma secundária tivemos a introdução de mais mistérios capazes de tirar um pouco o foco dos lobos alfas, isso porque Stiles revelou suas qualidades como detetive e acabaram desvendando uma onda de sacrifícios entre os virgens de Beacon Hills, sacrifícios esses que mais uma vez liga Lydia que estava presente inconscientemente na cena do crime, e que se estende mais ainda quando presenciamos uma onde de besouros atacando uma garota virgem e até os estranhos vaga-lumes inexistentes naquela região como afirmou Chris Argente, toda essa manifestação do reino animal desde o ataque dos corvos nos coloca em dúvidas sobre a relação do comportamento desses animais com essa onde de assassinatos.

PS-1.: O que Derek fez com a professora?

PS-2.: Um minuto de silêncio pela dor de Stiles, afinal quem não sentiu sua dor quando ele descobre sobre a morte de Heather? É incrível como um único personagem tem a capacidade de despertar sentimentos de felicidade ou tristeza de acordo com os acontecimentos da trama.

PS-3.: Está aberta a campanha para o Stiles perder sua virgindade e já que Lydia não está nem ai para o rapaz podem indicar personagens que poderiam ajudá-lo uma vez que ser virgem em Beacon Hills já não é mais uma escolha sábia.

Aquecimento TS | Skins 4x03: Cook

Consertaram alguns problemas da Season Premiere, mas outros problemas começaram a aparecer!

Jamais diria que esse episódio foi ruim, pelo contrário, eu o considero o melhor até agora dessa temporada. Como havia dito na review do Season Finale, a historinha do triângulo Cook-Effy-Freddie havia terminado com a escolha de Effy pelo segundo e que essa temporada iria ser exploradas as consequências dessa decisão. Escolha certeira a começar pelo Cook, o que aparentemente havia sido o maior perdedor da história.

Cook sempre foi apresentado como um personagem destruído e dessa vez ela chegou ao auge devido ao rompimentos das barreiras das leis. No começo do episódio ele ainda estava sem pensar nas consequências, achando que tudo era apenas aventuras em seu mundo perdido. Ele não iria se declarar culpado, achava que tinha seus amigos para beber e fumar, quando ele viu que poderia cair ainda mais do poço que a situação foi mudando.

Essa transição se deu através de uma eficácia incrível. Confesso que esse elemento materno acrescentado só agora foi um tanto quanto conveniente, mas por ser trabalhado bem, eu posso aceitar isso. A relação de Cook com o seu irmão foi a primeira a ser trabalhada, ele viu nele uma outra solução escapista, uma vez que todas as suas estavam perdidas. Ele conseguia ver a ingenuidade de seu irmão e só queria que ele não passava pela mesma situação que o próprio.

Ainda em família, sua mãe e ele são completamente adversos e ela serviu como um incremento ao que foi apresentado na finale da temporada passada. Com ela vimos que os pais de Cook são duas pessoas completamente distorcidas e que muito justificam a personalidade complexa do personagem. Apesar de toda essa repulsa, ela é ainda mãe dele e ao saber que Freddie já se relacionou com ela foi a gota d'água para ele. Primeiro o amor de sua vida e depois a mãe, Cook estava se sentindo usado, um trouxa; bastou o primeiro porre de sua mãe para o que ele via como um mundo utopicamente destruído se tornasse apenas destruído.
Como as coisas se invertem, na temporada passada, Freddie estava sem amigos, família, sem Effy e claro que morrendo de ódio de Cook. Assim é a vida! Essa inversão somado a descoberta de que ele foi o culpado por agredir JJ fez com ele quisesse e se sentisse merecedor de um sacrifício e assumisse a culpa pelos seus atos. A sensação que tive com esse final foi semelhante quando o Chris morreu, a tristeza é inegável, mas simplesmente era o final que se justificava no momento.

Além dos amigos, farei 3 relacionamentos. O primeiro foi o advogado fornecido, esse valeu a pena somente pelos momentos de desabafo de Cook porque ele foi completamente caricato e retoma aquela visão distorcida que a série costumava a fazer dos adultos. Segundo foi a própria Effy, ela ainda não perdeu os joguinhos e foi ver seu ex na primeira oportunidade, a cena foi muito bem montada e a protagonista deixando claro que ele não era mais o personagem que ela amava foi como uma queda de realidade para Cook, mesmo que naquele momento isso já não fazia diferença. Claro que a terceira é Naomi, as cenas dos dois são perfeitas, sempre gostei da antítese dos dois e agora que ela é a personagem que mais entende a situação de desmoronamento que passa na cabeça de seu colega.

Vamos agora ao problema que ao meu ver se iniciou aqui. Havia falado na review do primeiro episódio da série que os roteiristas sabiam trabalhar com exatidão um foco do personagem e o enredo, pois então que a partir de agora se nota uma clara mudança de estrutura e o episódio acaba sendo literalmente em função de um personagem, havendo pouca conexão entre os capítulos, algo prejudicial a história. Essa é uma tendência natural da estrutura, porém acabou se tornando o grande prejudicial da próxima geração.

TS Awards 2013 | Vote Nos Melhores da Temporada

É chegada a hora de premiarmos os melhores da temporada 2012/2013 na segunda edição do nosso TS Awards.

A galera do Temporada em Série , em votação, definiu os cinco indicados em cada uma das categorias da premiação. Agora você, leitor do blog, irá definir quem serão os ganhadores deste ano. 

Neste ano três novas categorias entram para a disputa: Melhor Reality Show, Melhor Minissérie e Melhor Série Nacional. Vote quantas vezes quiser e COMPARTILHE com os amigos e nos grupos de suas séries favoritas.

A votação ficará aberta até o dia 30/06/13 às 16h. Os vencedores serão anunciados em uma postagem especial.

E atenção!!
Batalha TS 2013 está chegando. Aguarde.

The Voice 4x27: Live Final Performances


E chegamos na semana final! 3 finalistas, cada um cantando três músicas e apenas um será consagrado a nova voz da América. Apesar do clima desanimador e com muita gente desistindo do programa, o episodio dessa segunda-feira teve os seus momentos. Mas realmente deixou a desejar para uma final. 

Os finalistas cantaram três músicas, cada um. Uma música inédita no programa, outra que foi marcante durante a sua trajetória e um dueto com o seu coach. Entre erros e acertos, hora de ver como foram as apresentações do top 3 nesse semana de vida ou morte para eles. 


The Swon Brothers - I Can't Tell You Why

Os Swon, os caras que vencendo ou não já entraram na historia do programa. Uma dupla na final, por essa ninguém esperava. Principalmente com essa dupla que até agora não entendi esse lance especial deles. Trazendo uma música bem diferente de tudo que eles fizeram, com falsetes e piano, os Swon fizeram uma apresentação bem fraca para uma final. Tenho que comentar que a vontade de pular essa apresentação foi grande, cheguei na metade da música e já estava quase dormindo. E mesmo não gostando da dupla, eles já fizeram coisas bem melhores do que essa apresentação.

Michelle Chamuel - I Knew You Were Trouble

Michelle teve algumas apresentações extremamente marcantes na sua trajetória no programa... e essa não foi uma delas. Foi uma música que deu certo com o público, mas acho desnecessário usar essa carta de novo. No meio do mundo country dominando loucamente o The Voice, usar uma música da Taylor pode ter parecido a jogada certa para a Michelle ter uma chance de ganhar isso, mas o problema é que essa música não é uma das melhores apresentações da Michelle e isso ficou claro de novo nessa apresentação. Mas mesmo assim a Michelle sempre consegue convencer e dominar muito bem o palco. Espero realmente que essa carta Taylor Swift funcione como o planejado pelo Usher.

Danielle Bradbery e Blake Shelton - Timber, I'm Falling In Love


As duas vozes ficaram muito bonitas juntas, mas sério que não tinha uma música mais interessante para cantar não? Cara, que raios de música estranha. Sei lá, essa música fez com que eu me sentisse desconfortável assistindo essa apresentação. E além disso esperava uma apresentação mais fofa dos dois juntos, Blake vem trabalhando muito nisso com a Danielle, mas aí chegou aqui com ele e isso não deu certo.

The Swon Brothers - Danny's Song

 
A música marcante dos Swon escolhida pelo Blake foi a apresentada na semana passada e, apesar de ter sido semana passada né, essa foi com certeza uma das apresentações mais marcantes da dupla mesmo. A harmonia entre as duas vozes estava mas do que perfeita, eles conseguiram se envolver muito bem com essa música e trouxeram de novo uma excelente apresentação. Muito mais digna de final (na medida do possível) do que a anterior, por sinal.

Michelle Chamuel - Why

Uma apresentação mais tranquila da Michelle, isso não poderia faltar. Foi assim que ela conseguiu provar ser merecedora dessa vaga na final, mostrando o quanto ela consegue se conectar com as músicas, sem precisar só correr pelo palco e pular. Claro que é lindo quando ela faz isso, mas ela é mais do que apenas isso. E mesmo parada no meio do palco, ela consegue nos empolgar com o seu vocal e toda a intensidade que ela consegue transmitir durante a música. Excelente escolha musical, incrível apresentação.

The Swon Brothers e Blake Shelton - Celebrity

Blake errou feio na hora de escolher as músicas dos duetos com o seu time hein. Outra música sem graça para uma apresentação que podia render um bom momento e acabou sendo apenas mais uma das coisas que irei esquecer com extrema facilidade dessa temporada.

Danielle Bradbery - Maybe It Was Memphis

Antes da Danielle se tornar cansativa, essa conseguiu me convencer cantando Maybe It Was Memphis. Agora na final, isso já não aconteceu do mesmo modo. Essa apresentação só serviu para destacar ainda mais o quanto ela é vazia nas suas performances. Essa palavra pode parecer forte, mas é exatamente o que eu sinto. Ela tem uma falha realmente séria em passar emoção nas suas apresentações, e mesmo os piores vencedores do The Voice não tinham essa problema. E essa é uma falha que me incomoda muito mesmo. Ela é fofa, tem uma voz excelente, mas não dá pra ver ela ganhando o programa sem estar pronta para isso. E pra mim, ela não está pronta para ganhar o The Voice.

Michelle Chamuel e Usher - One

Diferente do Blake, Usher escolheu lindamente a música para o dueto e mostrou que está preparado para ganhar essa temporada. Ele conseguiu escolher uma música muito impactante e transformar essa apresentação em algo lindíssimo de se assistir. Olhando a evolução da Michelle no programa, não consigo imagina-la com um coach diferente. No começo eu tinha minhas duvidas em relação ao Usher, principalmente por ele ser novo, mas a dedicação dele com a Michelle mostrou o quanto eles formaram uma dupla incrível.

Danielle Bradbery - Born To Fly
Olha, eu até gostei da escolha da música, mas ainda assim ficou faltando algo. A Danielle não consegue me prender e isso torna as apresentações dela sem atrativos nenhum. Melhor apresentação dela da noite, mas mesmo assim esperava mais dela nessa final. Mas também né, não era no último minuto que ela ia explodir para o mundo. Seguiu fazendo o seu mediano e vai terminar assim mesmo.


Além do top 3, a noite também teve os coaches cantando With A Little Help From My Friends. A apresentação começou bem mais ou menos, mas foi crescendo de uma forma magnifica e no final eu já estava quase que esquecendo o quanto desanimada eu estava com o top 3 dessa temporada.

E o top 16 voltou ao palco para acompanhar a apresentação dos finalistas cantando a música Home. E foi lindíssimo ver esse povo todo de volta ao palco do programa. E apesar desse final desanimador de temporada, muita gente sensacional participou do programa esse ano. Não concordava totalmente com esse top 16, mas mesmo assim muita gente incrível entrou para essa fase do programa.  

Uma finale mais fraca com um top 3 mais fraco. Essa quarta temporada do The Voice ficou marcada pela dominação do country. Blake que chegou com o seu time totalmente recheado de cantores country conseguiu mostrar novamente o quanto ele sabe jogar e vem como o favorito para ganhar pela terceira temporada seguida. Danielle vem se mostrando bastante querida pelo público e provavelmente irá ganhar, mas diferente da temporada passada que era praticamente impossível tirar a vitoria da Pope, essa finale pode sim trazer uma emoção inesperada. Não me parece totalmente impossível ver a Michelle ganhando a temporada. Claro que é algo bem mais complicado de acontecer, mas minha esperança ficará viva até o último minuto. E não vou citar as chances do Swon ganhar por que... cara, sério, eles não podem ganhar, não faz sentido na minha mente. 

E o que vocês esperam da final? Quem vai ser o grande vencedor dessa temporada e para quem vocês estão torcendo? Bom, volto amanhã com a review do último episodio do The Voice e com o vencedor da quarta temporada. Até lá \o   

Continuum 2x04: Second Skin


Algumas semanas antes da volta de Continuum, apareceram tantos fãs novos da série que eu fiquei com aquele medo que temos quando uma série boa começa a ser vista por todo mundo... Sabe, o medo de ela desandar... Sim, eu sinto isso, acontece de vez em quando...

Quando a temporada começou, foi num ritmo meio fraco. Os três primeiros episódios talvez não tenham sido tão bons principalmente para aqueles que recém fizeram a maratona.

Nesse episódio, fomos apresentados à uma antiga amiga de Kiera. Ou melhor, ela era sua parceira em 2077. Ela pode até ter vindo na mesma viajem que trouxe Kiera e os outros, mas ela foi mandada para bem mais além do passado, mais de 100 anos.. Quando chegou, Helena não pensou em voltar... Talvez tenha, mas ela aceitou que não poderia fazê-lo e tratou de reconstruir sua vida. Muito lindo ver ela seguindo em frente, casou, teve filhos, uma família e pessoas que realmente se importavam com ela.

Já na velhice, ela jamais imaginou ver sua antiga parceira novamente mas, quando seu antigo traje é religado, Alec e Kiera precisam encontra-la e a seu traje desaparecido, pois pode ser muito perigoso em mãos erradas.

A Liber8 se dividiu. Sonya está no campo das ideias e Garza foi para o lado da ação. A mesma revolução, o mesmo fim, mas por meios diferentes. Quando o encontram, uma pessoa normal está vestindo-a se sente-se como um super homem ao cruzar com assaltantes em uma loja de conveniência. Foi bem hilário, acho que faltava uma cena assim, alguém normal nesse traje. Até por que, tenho certeza que está cheio de gente nesse mundo, pensando no quão legal seria usar algo com tamanha tecnologia...

Acho que, para Kiera, encontrar Elena foi como se reconectar com o seu tempo, mesmo que a amiga não esteja mais na flor da juventude. É como se, para ela, fosse um lembrete de que aquela vida e aquele mundo que estão em sua memória, tudo é realmente real, apesar de toda a diferença.

E todos estão procurando o traje desaparecido de Elena... Sonya, Garza, Kiera. E a ação na cena da lavanderia fez um clímax excelente para o episódio. Como a Liber8 e toda a confusão da Garza já ganharam muito nesse episódio, também achei que deveria ser Kiera que o conseguiria de volta. Ela o desativou e levou para Alec. De alguma forma, Alec criará todas aquelas coisas por que sabe que terá de cria-las. Ele as estudou prontas para então, criar. Algo sobre viagens no tempo.


E no fim das contas, Kiera e Elena, cada uma foi importante para a outra nesse reencontro. Ligando o AMC da Elena, Kiera pode lhe proporcionar momentos finais com sua família. Em seu leito de morte, com Alzheimer e doença hepática, Kiera foi o tônico que ela precisou para partir em paz. Ela amava sua vida, e queria que Kiera amasse também. Talvez, Elena soubesse que Kiera jamais conseguiria voltar à sua antiga vida, então ela merecia uma vida nova.

=]

O Dentista Mascarado 1x11: Episódio 11


Ó paí ózzzZzzZZzz...

Seguindo a receita de episódios anteriores, tivemos a participação mais do que especial de Lazaro Ramos, referências a outras obras e artistas consagrados, mas mesmo assim, a decepção e o sono tomaram conta. Olha, tem que ser muito guerreiro pra aguentar os longos 35 minutos desse episódio.

Basicamente, foi uma retomada ao tema explorado no episódio 9: A verdadeira faceta dos famosos, sendo que Lazaro interpretou uma versão fictícia dele mesmo, um assassino que utilizava sua vida de famoso para encobrir os serviços sujos que executava a mando de Ary. O objetivo dele nesse episódio era simples: Matar os vingadores misteriosos e qualquer um envolvido no esquema.
Lázaro: Você tem um horariozinho pra me atender?
Sheyla
: pra quê horário, bobinho. Com você eu tranzo de graça
A chegada de Lazaro no consultório, obviamente, causou alvoroço na trupe, e depois de um tempo, todo mundo já sabia que um a um iria cuspir enxaguante bucal nesse paciente famoso. Sem esforço, ele se torna o “melhor amigo” de Paladino, que por sua vez, abandona os pacientes e deixa Sérgio de lado. A única parte realmente engraçada foi o diálogo entre Sheyla e Sérgio, onde eles comentam sobre a esposa de Lazaro, a própria Taís Araújo!
Sérgio: Já viu a mulher dele? Delícia, gostosinhaa demaaaaaaais! [...]
Sheyla
: Não achei nada demais. Já vi na praia. Cheia de estrias, cheia de celulite, metida... baixinha, bate aqui em mim.
Enquanto Paladino utiliza seu novo melhor amigo numa tentativa de comer a Vera de novo, Sheyla e Sérgio visitam Otávio para saber mais sobre o tal Lazaro. Sem muito sucesso, apenas descobrem sua ligação com Ary. Paladino tem o dom para quebrar relíquias, igual o vazo do Gerôncio no episódio 6. Só que dessa vez, ele quebra praticamente tudo na casa de seu novo BFF. Já irritado, Lazaro saca sua arma e ameaça o casal, explicando o porquê de sua visita no consultório dele. Se este era pra ser o clímax, não deu certo.


Sheyla e Sérgio, chegando pouco depois na casa do assassino, dominam a situação e convencem Ary a comparecer no local. Paladino, utilizando Lazaro como fantoche, induz (forçadamente) Ary a confessar todos os seus crimes. Doze dupla para Miler, que outra vez só aparece no final do episódio para prender e comer o vilão da trama.

Não sei se pretendiam fazer do dentista uma espécie de Chapolin, ou Libélula, ou qualquer outro super-herói atrapalhado, mas depois de onze episódios, fica evidente o quão fraca a série se tornou no decorrer deste tempo, não conseguindo nem ao menos entreter a família brasileira, sendo que este era o foco dos produtores.

Nota do episódio: 2 coroas dentárias de 5

Audiência: 12 pontos

Observações:

  • zzzzZZzzZzzZzzzZzzZzzzZZZzzz
  • Quem é Ivan Lins?
  • Matar fãs deve ser o sonho de muito artista por aí

17/06/2013

Chicago Fire 1x20: Ambition



Ambição. Uma qualidade que demonstra força, mas que, em exagero, pode significar destruição, sua e dos que estão a sua volta. É com essa frase meio filosófica que começo a review desse episódio, que mostrou claramente os dois tipos de ambição.

De um lado temos o jovem Peter Mills, que desde que viu a chance de entrar pro esquadrão tem mostrado, ambição na carreira e muita força de vontade pra isso. Além de pedir turnos extras no batalhão o cadete ainda tem tempo de ir assistir aulas, como as de resgate vertical citadas nesse episódio. Pra terminar, como disse o Otis, ele fez muito bem resgatando o esquadrão de resgate.

Ao mesmo tempo Shay segue mostrando porque merece todo o nosso amor, com o Herrmann de viagem, a Cindy vai ao batalhão pegar alguns pertences do marido e essa visita termina assustadora quando a Shay nota um problema com a futura mãe de “quinta viagem”, e eu que pensei que esse plot tinha vindo só pra fazer a Leslie desistir de ser mãe, quebrei a cara lindamente. A loira quer ainda mais continuar com o plano. <3
E os ataques dela devido às injeções de hormônios foram hilários.

E se já estava complicado de preferir algum casal no triângulo Mills/Dawson e Casey/Dawson, agora a “Maria Chapinha” (apelido carinhoso da Hallie num grupo de Chicago Fire aqui no Brasil) tá de volta, e com certeza ela voltou pra incendiar essas relações, o triângulo virou quadrado. O que vocês esperam? Pra que casal vocês torcem?

Vocês podem estar se perguntando onde ficou então a parte destrutiva da ambição. Essa parte ficou com a Tara Little, a novata incompetente e inapta ao trabalho como paramédica, teve um acesso de raiva quando não recebeu a indicação pra continuar na brigada 51, e a ambição e a inveja gritaram e ela me vem acusar o Kelly de assedio sexual. Absurdo, já pode desejar uma morte lenta e dolorosa pra essa recalcada né? #StayStrongSeveride





Outros destaques:

- O Capp sendo eletrocutado me deixou muito aflito, eu me apeguei a todos os personagens dessa série, e ele por não ser tão explorado tinha altas chances de partir dessa pra uma melhor, sou grato ao Mills por esse resgate!

- Por falar em resgates, podemos notar que eles voltaram a serem pontos altos dos episódios, coisa que estava abafada por tantos acontecimentos.

- Desnecessário esse lance da porta ein? Só pra aproximar o Casey da Gabi  e criar um “climão” com o Mills, até ai OK, mas pra que tudo isso se a Hallie ia voltar?

- Audiência: Uma pequena queda nos números pra esse episódio, foram 6 milhões 370 mil e (1.6 no público alvo), mas poucos dias depois da exibição desse episódio a NBC confirmou a renovação pra 2ª temporada. Todos comemoram, junto do elenco na inauguração do Molly's!



Próximo episódio: Retaliation Hit

           

The Goodwin Games 1x03: Small Town



Pra mim esse foi o episódio mais ~fofo~ até agora e também o que menos foi relacionado a respeito da herança dos Goodwins. Chloe sofrendo mais os impactos da cidade, Henry não conseguindo se ver longe do trabalho e com um tempo para ele mesmo e Jimmy sendo Jimmy com seu jeito mais criança que pra mim está a cada episódio se tornando um deleite a parte.

Eu já preciso começar falando a respeito da Yoga daquele lugar! MEU DEUS! WTF! hahaha Muitas risadas só naquela parte e fora isso ainda tivemos a Chloe procurando Jimmy por todo o canto (e não achando), aparecendo no trabalho do Henry e indo no cinema ver o mesmo filme que eles assistiam quando criança, impagável! 

Henry com certeza tem um problema com seu ego inflado e por não saber quando deve parar de trabalhar e aproveitar um pouco um bom descanso e a companhia da família que agora está unida (aliás cade a mãe dessas pessoas?), mas ele pode agradecer que tem a Chloe lá pra ferrar tudo pra ele e fazer ele passar muuuito mais tempo em casa.

Enquanto tudo isso acontecia Jimmy trabalhava em um projeto secreto o que faz a sua irmã achar que ele esta novamente no mundo dos crimes, porém no final o projeto secreto dele era nada mais, nada menos que a cidade em miniatura, que aparece na abertura da série, com um trem passando em volta dela, algo lindinho de se ver. 

Cada vez me conquistando cada vez mais The Goodwin Games é só elogios para mim e espero que isso não mude! Até o próximo episódio e não deixe de comentar! 

Warehouse 13 4x16: Runaway



Que episódio mais lindo o dessa semana! Pra mim foi tudo ótimo! Tudo incrível e tudo delicioso de se assistir! Claudia fazendo aniversário, relógio do Beethoven, Jinkx encontrando com seu ex-namorado e Artie falando de palhaços. Tudo puro amor! Então sem mais delongas vamos a mais um episódio de Warehouse 13.

A começar com o Aniversário da Claude e o Artie correndo o risco de ficar surdo por causa de um relógio que pertenceu a  Beethoven. Eu sinceramente acreditei que no momento que ele ficou surdo não haveria mais volta ou precisaria de algo mais elaborado para fazer ele voltar a ouvir, me enganei, mas mesmo assim foi muito boa a parte deles. Chorei de rir com ele falando a respeito dos palhaços! hahaha.

Jinkx encontrando seu ex-namorado também foi ótimo e por um instante achei que eles ficariam juntos ou que teríamos uma insinuação de beijo ali, pena que não aconteceu mas mesmo assim palmas para a Syfy pela intenção de trazer um pouco mais da vida de um dos meus personagens favoritos e não terem feito como aconteceu com a Leena que ficou sem explicar sobre a vida dela.

E pra terminar quem diria que a Clauda canta também? Muito boa a cena final do aniversário dela em um bar onde acredito eu que ela acabou de completar 21 anos, certo? Sempre imaginei que ela era nova mas me assustei ao ver que ela é bem nova! haha

Review saiu mais rápido que a anterior então podemos esperar juntos pelo próximo episódio sempre dando aquela olhada no próximo promo, combinado? Não deixem de comentar também!